Saturday, 26 September, 2009
A liderança do PSB promoveu esta semana, na Câmara dos Deputados, o seminário Estatuto da Juventude – Desafios da sua Implementação. Na abertura do evento, o líder do PSB, deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), falou da necessidade da elaboração de políticas públicas voltadas à juventude brasileira para garantir o protagonismo desse segmento na sociedade.
“Quando se fala em jovens, se fala muito em políticas de cultura, de esporte e de lazer. Isso é absolutamente imprescindível, mas nós também temos que ter políticas de emprego, de inserção no mercado de trabalho e de inclusão social porque esse é um segmento da maior importância para o futuro do Brasil”.
Para Rollemberg, o Estatuto da Juventude é um poderoso instrumento para o desenvolvimento integral dos jovens e deve ser construído com a ampla participação da sociedade. “O debate sobre o Estatuto, da forma como vem sendo conduzido, é importante porque possibilita à sociedade a aportunidade de se manifestar. Essa é a maneira mais adequada para que possamos aperfeiçoar o instrumento legal que está sendo construído”.
O Estatuto define como obrigações da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar aos jovens a efetivação de diversos direitos, como à participação social e política, à igualdade racial e de gênero, à saúde e à sexualidade, à educação e à representação juvenil, à profissionalização e ao trabalho.
Entre as obrigações do poder público, destacam-se a viabilização de formas alternativas de participação, ocupação e convívio do jovem com as demais gerações; a participação desses jovens na formulação e avaliação de políticas públicas específicas; e a destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção ao jovem. A proposta do Estatuto da Juventude define ainda medidas de proteção aos jovens, como a garantia de acesso à Justiça.
Sintonia
O secretário-adjunto da Secretaria Nacional da Juventude, Danilo Moreira, reivindicou que o Estatuto da Juventude seja elaborado em sintonia com a chamada PEC da Juventude (PEC 138/03) e o Plano Nacional da Juventude, de periodicidade decenal, para articular as esferas do poder público na execução de políticas públicas.
“O fio condutor dessas medidas deve ser a emancipação da juventude na sociedade”, declarou. “Temos que agir de maneira articulada, pensar em ações de médio e longo prazos que possam se beneficiar, por exemplo, dos recursos do pré-sal e do Programa de Aceleração do Crescimento [PAC]“.
Moreira apoiou a reserva de vagas para os jovens nas candidaturas partidárias com o argumento de que a parcela de deputados eleitos com idade até 29 anos nunca ultrapassou os 3% das cadeiras disponíveis.
“Não podemos garantir que um político jovem terá compromisso com programas ligados à juventude, mas pelo menos haverá uma pluralidade maior”, concluiu. (26/09/2009)
Projeto
O PL 4529/2004, que cria o Estatuto, é analisado, na Câmara, por uma Comissão Especial que está realizando diversas reuniões presenciais nos estados, a fim de promover ampla articulação com toda juventude local e regional. Além disso, os jovens também contam com um fórum virtual ( www.edemocracia.camara.gov.br ) para participar dos debates. As discussões e os relatórios estatuais também poderão ser acompanhados pelo portal.
Fonte: Juventude.gov.br
Tuesday, 22 September, 2009
A I Conferência Municipal de Cultura de São Caetano do Sul é parte integrante da II Conferência Nacional de Cultura, uma realização do Ministério da Cultura,dentro do Plano Nacional de Cultura, que tem por finalidade o planejamento e implementação de políticas públicas de longo prazo para a proteção e promoção da diversidade cultural brasileira.
Para este ano, a II Conferência Nacional de Cultura tem como tema “Cultura,Diversidade, Cidadania e Desenvolvimento”. Seu objetivo principal é discutir a cultura nos aspectos da memória, de produção simbólica, do desenvolvimento sustentável, da gestão, da participação social e da plena cidadania, propondo estratégias para seu fortalecimento e promovendo o debate entre artistas,produtores, gestores, investidores e demais agentes culturais, valorizando a
diversidade das expressões e o pluralismo das opiniões.
Assim como todos os municípios brasileiros, São Caetano do Sul vai realizar a Conferência Municipal de Cultura, e abre espaço para o diálogo local, visando promover a interação entre o governo municipal e a sociedade na busca por uma gestão de cultura de qualidade.
É por isso que a Secretaria Municipal de Cultura de São Caetano do Sul
(Secult) tem o imenso prazer de convidar a população da cidade a participar da nossa I Conferência Municipal de Cultura. Venha fazer parte dessa história e contribuir para a construção de uma cidade, um Estado e um país melhores!
PROGRAMAÇÃO
Dia 25 (sexta) – ABERTURA
19h – Credenciamento
20h – Cerimônia de Abertura
Dia 26 (sábado)
8h30 – Credenciamento
9h às 10h – Cultura e diversidade, com Marcia Tiburi, graduada em Filosofia e Artes e mestre e doutora em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É professora de pós-graduação em Arte, Educação e História da Cultura da Universidade Mackenzie, colunista da Revista Cult e participante do programa Saia Justa, do canal GNT.
10h às 13h – Grupos de Discussão (salas temáticas)
13h às 14h – Almoço e atividade cultural
14h30 – Entrega dos relatórios e documentos
14h30 às 15h30 – Compilação dos relatórios e atividade cultural
15h30 ás 16h – Eleição
16h às 18h – Plenária (Apresentação do relatório final) e resultado das eleições
18h – Encerramento
Salas Temáticas – Escolha a sua e participe!
CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA
Fomento. Leis de incentivo. Contrapartidas. Financiamento.
A Cultura é fundamental numa sociedade, mas, como qualquer outra atividade, tem custos. De quem é a responsabilidade pela verba? Cofres públicos, iniciativa privada ou do próprio artista? Essa é a discussão aqui: como criar e administrar recursos, gerar empregos, tornar a atividade artístico-cultural tão independente e preparada para assumir seu papel social quanto possível.
Dentre as respostas, aparece um novo conceito: economia criativa.
PRODUÇÃO DE ARTE
Expressões artísticas. Processos criativos. Conceitos.
A Arte é uma atividade exclusiva do Homem, que o traduz em termos simbólicos. E é tão integrada à idéia de Cultura que, muitas vezes, confunde-se com ela. Por isso ela precisa ser feita e estudada; seus conceitos e técnicas podem/devem ser conhecidos, difundidos, fazer parte da educação; e venham os diálogos interculturais e, deles, toda a diversidade e criatividade – para que a população se aproprie de uma parte importante de si mesma. Isso é democracia.
GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA
Ações de continuidade.
A figura do artesão está presente na base da Cultura Popular. Sua importância no processo de desenvolvimento de uma sociedade é visível ao nos depararmos com as questões de centralidade e transversalidade da Cultura (destruindo a idéia de culturas “superiores”) e patrimônio cultural, por exemplo.
E, como se trata, diretamente, de um setor ativo da economia, devemos manter sob foco a geração de trabalho e renda, contribuindo para o incremento, por exemplo, do Turismo local.
CIDADE COMO ESPAÇO DE PRODUÇÃO DE CULTURA
Equipamentos Culturais (Ocupação e estrutura do que é existente). Cidade como fenômeno cultural. Investimento em novos equipamentos.
Cidade e cidadania não são apenas palavras assemelhadas; é ali que o cidadão encontra os pontos que o levam a identificar-se como o ser social que é. Daí, todo esforço em insistir na necessidade dele apropriar-se dos equipamentos culturais que estão à sua disposição – o que nem sempre ele sabe. No espaço sagrado da produção artística, na interculturalidade que as ruas democráticas garantem, sabendo que ali terá seu espaço de memória e transformação social, o indivíduo passa a entender a cidade como fenômeno cultural, que ela lhe pertence. Para usufruir, divertir-se, aprender, gozar – e preservar.
GESTÃO DE CULTURA
Produção Cultural em Artes (processos de autogestão e gestão do próprio processo artístico). Conselho Municipal de Cultura, Sistema Municipal de Cultura e Articulações e diálogos na cidade. Diálogos com os Sistemas Estadual, Nacional de Cultura.
Não se pode mais pensar em ações culturais que dependam exclusivamente do Estado (que, aí, imporá seu projeto político-ideológico como único) ou decorram de manifestações ególatras (impostas, sem qualquer base de estudo sério, por artistas auto-intitulados, sem critérios muito objetivos). Se nos encaminhamos para uma sociedade desenvolvida exige-se tanto o fortalecimento da ação do estado, quanto a articipação social no campo da cultura. Assim, criam-se sistemas e planos de ação (nacional, estaduais e municipais) para a Cultura. É imperioso o comprometimento de todos para maior seriedade e profissionalismo na gestão da Cultura. Afinal, improviso, como no bom jazz, decorre de muita preparação.
MEMÓRIA E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL
Ações pró-memória. A construção da memória por meio da cultura.
A apropriação do espaço em que vive e produz sua história faz com que o Homem torne-se mais e mais comprometido com o registro, resgate e
reconhecimento da Memória. Entendendo a cidade como espaço de criação, intervenção e trocas culturais; sentindo-se com pleno acesso a bens culturais; mantendo-a cuidada por ser sua – e é necessário esse sentimento de posse –, o cidadão vê respeitados seus direitos culturais.
ACESSO, ACESSIBILIDADE E COMUNICAÇÃO
Programas e ações de educação estética (oficinas, formação artística e
desenvolvimento sociocultural). Adaptação de espaços. Sistema municipal de comunicação.
As implicações do acesso, seja ele físico (no que se refere à ocupação/apropriação dos equipamentos culturais e também em relação à
acessibilidade universal) ou simbólico (as articulações da linguagem e a construção de autonomia crítica e criativa). A importância da implantação de um Sistema Municipal de Comunicação eficiente para a área de Cultura, criando reais possibilidades de se usufruir do fenômeno artístico-cultural. Por fim, refletir e estabelecer parâmetros para a interface entre programas de formação, desenvolvimento sociocultural e uma rede de comunicação municipal para a Cultura.
Preencha a ficha de inscrição e envie para o e-mail cultura@saocaetanodosul.sp.gov.br
Sunday, 20 September, 2009
A Secretária Executiva Natália Sasso Cardoso irá participar na Nicarágua de uma experiência piloto sobre “Programa de Empreendimento Social Juvenil” conhecido também como YES Fellow e que inclui a realização da oficina de formação de treinadores locais. Será realizado a partir do dia 21/09 até 29/09 pela Opção Nicarágua.
Esta iniciativa foi lançada formalmente no ano de 2007 no II Encontro Latinoamericano pelo Emprego Juvenil no Panamá, é considerada como parte do processo de Rework the World que deu início justamente nesse evento e que tem como objetivo preparar as redes YES ao redor de 55 países do mundo para nosso próximo encontro mundial que será realizado na Suécia em 2010. O tema central desta reunião, coordenada de maneira conjunta com a Fundação Tallberg, está ligado principalmente com a identificação e promoção de casos bem sucedidos e replicáveis de empreendimentos “verdes”, por isso é que esse encontro é de grande importância e interesse, não só para formar novos líderes empreendedores sociais, mas por ajudar no emponderamento dos líderes, não apenas na Nicarágua, mas também no Brasil.
A oficina terá uma duração de 5 dias, serão debatidos basicamente 3 temas: liderança, edificação comunitária e empreendimento social.
Os capacitadores da oficina serão Joel Nitzberg, educador com anos de experiência em empreendimento social e criador da versão original do YES Fellow em sua versão inglesa e Ursula Carrascal, atual Coordenadora das Redes YES da América Latina e foi quem realizou a adequação da oficina para a América Latina.
Posteriormente a oficina, nos dia 28 e 29 de setembro, serão realizadas reuniões de planejamento para a oficina de Ação Nacional do YES Nicarágua, como parte de seu trabalho para a Suécia em 2010. Esta última atividade não só estabelecerá o início das ações para a Nicarágua para o Encontro na Suécia, mas também servirá de experiência piloto e aprendizagem para os líderes YES dos outros países convidados, que por sua vez realizarão suas ações de réplica da Oficina de Empreendedores Sociais e a realização de suas respectivas reuniões de planejamento.
Thursday, 17 September, 2009
A RENAG – Rede das Entidades Assistenciais do Grande ABC iniciará um amplo e profundo programa de formação de gestores de entidades sociais, a partir de 22 de setembro de 2009. O “Programa de Desenvolvimento de Gestores de Organizações de Assistência Social 2009/2010” foi preparado especialmente para dirigentes, coordenadores e técnicos, que atuam nas Organizações exercendo liderança. Será composto de Oficinas Temáticas e Grupos de Intervisão (grupos focais de discussão). Veja as datas:
22/09/2009 Liderança & Desenvolvimento:Dialogando com os usuários: Na oficina será discutido como o diálogo com o usuário dos serviços (externo e interno) pode ser trabalhado como fonte de desenvolvimento da Organização e de suas lideranças..
10/11/2009 Comunicação Produtiva: Nessa oficina, a comunicação será trabalhada como condição fundamental para a cooperação entre pessoas e Organizações. A oficina oferecerá oportunidade aos participantes de exercitarem diálogos produtivos, capacitando pessoas em posição de liderança para promoverem o seu próprio desenvolvimento e conseqüentemente da Organização à qual estão ligados.
09/03/2010 Espelhamento e retorno (feedback) como condições de desenvolvimento: As conseqüências – boas ou ruins – das atitudes e ações de uma pessoa são experimentadas por outras. Por isso mesmo, dar e receber retorno (feedback) é uma arte que apóia o desenvolvimento das pessoas e de suas Organizações. No entanto, se as formas de dar e receber este retorno (feedback) não forem bem cuidadas mais trarão conflitos e incômodos do que promoverão desenvolvimento. Nesta oficina serão trabalhadas formas diferenciadas de dar e receber retorno para serem incorporadas como práticas no dia a dia da Organização.
11/05/2010 Avaliação como ferramenta de renovação e aprendizagem: A avaliação é uma das formas mais eficazes de promover a renovação de práticas para que elas melhor atendam as necessidades da Organização. O que mudar, o que renovar, o que é preciso aprender? Nesta oficina serão tratadas modernas formas de avaliação participativa em que todos constroem conjuntamente um processo de profundo significado para a aprendizagem.
Datas dos Círculos de Intervisão: 20/10/2009; 24/11/2009; 09/02/2010; 13/04/2010; 15/06/2010.
INSCRIÇÕES E CRITÉRIOS DE PARTICIPAÇÃO
1- As inscrições poderão ser realizadas por e-mail ou por fax, para a Comunidade Inamar – Entidade Sede da RENAG, com Bruna: coinamar@coinamar.org.br fone/fax 4059 6006. Contaremos com 30 vagas;
2- A RENAG conta com a contrapartida de R$ 100,00 (para o curso todo) por Participante inscrito, valor a ser depositado na Nossa Caixa – Banco 151 – Conta Corrente nº 04.000644-6 – Agência nº 0465-1 – Diadema, cujo depósito comprovará a efetivação da inscrição e deverá ser enviado via fax, para a Comunidade Inamar, sendo devidamente checado, para evitar contratempos e extravios. A Comunidade Inamar, dará recibo, caso seja necessário;
3- As Entidades devem estar atentas para inscrever representantes que possam identificar-se com a Proposta do Programa, na hipótese de que aplicarão a vivência e o processo de aprendizagem a favor de seu desenvolvimento e da Entidade que representa;
4- Todo o Programa será realizado no Grupo Assistencial Boréia em São Bernardo do Campo Rua João Escudeiro nº 115 fundos, Vila Euclides, próximo ao Cemitério da Vila Euclides (saída do Km 18 da Via Anchieta, sentido litoral). Fone de contato para detalhes de acesso 4330 1295.
5- A Coordenação do Programa, do ponto de vista operacional, estará a cargo de Lucila Tombolato da BOREIA/RENAG e a responsabilidade pela condução, organização e programação técnica é de Jos Schoenmaker e Elisabeth Cerri, consultores do Núcleo Maturi-Ecologia Social. Maiores Informações: Jos Schoenmaker- (11) 5183 8869 jos@maturi.org.br // Elizabeth Cerri- (11) 5096 1517 bethcerri@maturi.org.br
6- As Entidades participantes, estão convidadas a se cotizarem para a organização do café/lanche, o que será combinado a cada encontro, tendo em vista o próximo. Esta é uma prática vivenciada pelos integrantes da RENAG.
Friday, 11 September, 2009
Em 22 de agosto de 2009, no auditório da Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS, foi realizada a Cerimônia de Certificação dos Jovens participantes do Projeto Com. Domínio Digital de São Caetano do Sul. O projeto é uma realização do Instituto Aliança, aplicado na região do Grande ABC em parceria com a Opção Brasil e a USCS, e conta ainda com o financiamento do Instituto Wal-Mart. Ele consiste na capacitação de jovens para o ambiente de trabalho em um programa de 560 horas de atividades.
Os resultados do projeto são visíveis: 57% dos jovens participantes já estão inseridos no mercado de trabalho, porém nossa meta é chegar aos 100% até o final do mês de novembro deste ano.
Mais informações no site www.institutoalianca.org.br
Tuesday, 8 September, 2009
Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O programa Música nos Hospitais chega a Brasília. Na próxima quarta-feira (9), a Orquestra do Limiar se apresenta no Hospital de Base do Distrito Federal. Só este ano, 18 apresentações do grupo foram programadas com objetivo de humanizar um pouco mais o ambiente hospitalar entre médicos, pacientes, familiares, acompanhantes e todo tipo de colaboradores.
A Orquestra do Limiar é regida pelo médico, maestro e compositor Samir Rahme e é formada por 12 jovens. Segundo Vera da Cunha Pasqualin, coordenadora da orquestra, desde 2004, quando ela surgiu, o trabalho está sendo ampliado. O programa, promovida pela Associação Paulista de Medicina em parceria com uma empresa farmecêutica multinacional e com apoio do Ministério da Cultura, começou em São Paulo e foi difundido para outros estados, chegando agora ao DF.
Além da orquestra, o programa conta com uma quarteto que visita os pacientes que não podem acompanhar as apresentações no saguão dos hospitais por não ter condições de sair do leito. Nas mais de 60 apresentações realizadas em hospitais de São Paulo e do Rio de Janeiro, o programa já beneficiou cerca de 15 mil pessoas.
O programa Música nos Hospitais segue a mesma linha do projeto Doutores da Alegria, que leva momentos de descontração aos hospitais por meio do palhaço, na “busca do enriquecimento da experiência humana”.
“São momentos de levar um pouco mais de alegria e de esperança para o ambiente muito carregado de dor. É um momento de alívio e de abrir um pouco o canal da emoção para lidar com toda esse período difícil que as pessoas que estão nesse ambiente estão passando”, disse Vera Pasqualin.
Emocionada, ela narrou um episódio ocorrido neste ano no Hospital dos Servidores Públicos Municipal, em São Paulo, e que mostra a importância do programa na humanização do ambiente hospitalar. “Quando o quarteto do Limiar foi tocar em um dos andares de internação, tinha um paciente que havia acabado de voltar de uma cirurgia. Embora não pudesse falar, ele ficou emocionado por ter sido violinista. Foi um momento de comoção muito grande.” (5 de Setembro de 2009)
Edição: João Carlos Rodrigues
Fonte: Site Agencia Brasil