Sunday, 28 June, 2009
Por Fabiano Ávila, do CarbonoBrasil (26/06/2009 – 01h06)
Chamado de Versatile, o sistema promete tratar dejetos, produzir combustível a partir de algas, seqüestrar gases do efeito estufa e ainda gerar iluminação e alimento a baixos custos.
Com apenas 15 anos, o norte-americano Javier Fernández-Han levou o prêmio Invent Your World Challenge ao combinar 12 diferentes tecnologias em um grande sistema que abrange desde um digestor anaeróbico até um bioreator abastecido por algas. Por sua visão de aliar diversas inovações em um único produto que beneficiaria comunidades pobres, Javier derrotou mais de 300 outras iniciativas de 30 países e recebeu uma bolsa de estudos no valor de US$ 20 mil.
Segundo os organizadores do prêmio Invent Your World Challenge, o diferencial do projeto de Javier, chamado de VERSATILE, está na maneira em que une as diferentes tecnologias, que estão agrupadas em seis subsistemas. Sua eficiência viria ainda da habilidade de pegar os dejetos de um sistema para alimentar outro, assim como da sua adaptabilidade, que permite que o projeto seja alterado conforme as mais diferentes necessidades.
Para os organizadores, mesmo que ainda não tenha sido construído, o projeto de Javier já vale destaque pelo seu espírito inovador e potencial social.
O Versatile agrupa:
* Um digestor anaeróbico, que utiliza esgoto e sobras de comida;
* Um ‘bio-gas upgrader’, que transforma os gases do digestor em alimento para algas, assim como produz combustível;
* Fornos para a queima de metano, que não poluem e capturam o dióxido de carbono (que é canalizado para dentro do bioreator para acelerar o crescimento das algas);
* Bioreatores, que usam raios do sol, água salgada, CO2 e nutrientes do digestor para produzir oxigênio e biomassa de algas, que pode ser usada como alimento da pecuária e até para pessoas;
* Latrinas com descarga;
* ‘PlayPump’, que utiliza a energia de crianças brincando para movimentar o sistema e outros aparelhos.
“Uma invenção que é muito focada para resolver um único problema geralmente acaba criando outros, porque a natureza é altamente complexa e interconectada”, explica Javier.
Os benefícios que o sistema Versatile pode trazer para a vida de uma comunidade pobre são inúmeros. Ele contribuiria para a redução do desmatamento, pois os fornos movidos a metano não necessitam de lenha; geraria uma fonte de renda a partir da venda da biomassa das algas para as indústrias farmacêuticas e de alimentos, e forneceria biomassa que pode ser utilizada para a alimentação direta da pecuária.
Além disso, o sistema abasteceria a comunidade com energia, já que o PlayPump geraria eletricidade para iluminação com lâmpadas LEDs, e o óleo de algas seria uma fonte de combustível para as máquinas.
Javier afirma que o sistema pode ser instalado em qualquer local com clima quente, incluindo desertos irrigados com água salgada e até navios. A única coisa que precisaria ser alterada seria o tipo de alga, pois existem milhares de espécies que crescem a ritmos diferenciados, conforme as condições do ambiente.
Ainda segundo o jovem gênio, o Versatile pode ser potencializado para ajudar populações de mais de 200 mil habitantes, ou reduzido para pequenas vilas. Atualmente, o adolescente está trabalhando numa versão do Versatile para uma única família, que teria um custo estimado de US$ 300.
A invenção de Javier superou inclusive muitos adultos com mais de 20 anos ao se destacar por seu potencial humanitário. O Invent Your World Challenge é uma competição anual, promovida pelas Fundações Ashoka e Lemelson, que procura ajudar 50 jovens inventores a usar seu potencial para o desenvolvimento de mudanças sociais positivas.
Fonte: Site Envolverde/CarbonoBrasil
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Monday, 22 June, 2009
Reunir o que há de mais original na produção de vídeos vinculados a projetos e oficinas de audiovisual das múltiplas periferias do Brasil – favelas, sertões, comunidades quilombolas, aldeias indígenas e outros territórios. Esse é o objetivo do Festival Audiovisual Visões Periféricas, que neste ano chega a sua terceira edição. O evento acontece entre os dias 21 e 26 de julho na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
“Queremos criar um espaço de troca e discussão sobre o movimento audiovisual que ocorre nesses ‘territórios periféricos’, misturando as produções, multiplicando olhares e ressignificando conceitos e papéis. O objetivo é repensar quem está no centro e quem está à margem, misturar culturas e pessoas de diversas origens”, explica a coordenadora geral do festival, Karine Mueller.
Neste ano, o festival já recebeu 260 inscrições de produções audiovisuais. A expectativa é de que cerca de 3 mil pessoas participem do festival assistindo aos filmes, participando das oficinas e do Seminário de Educação e Audiovisual, que será realizado durante o evento.
“Acreditamos que contribuiremos para derrubar estigmas sobre a periferia e quem vive nela. O importante é que a periferia mostre a sua visão de mundo e a população sinta-se cada vez mais parte da sociedade”, diz Karine.
Para participar, o realizador deve fazer ou ter feito parte de algum projeto ou oficina de audiovisual localizada em espaços periféricos. Realizadores que não moram em regiões periféricas, mas que contribuam para a reflexão do conceito de periferia com sua obra, também podem se inscrever.
As tecnologias digitais ganham destaque no festival, pois possibilitam a descentralização da produção, democratizando o audiovisual. “Esses jovens sempre quiseram se expressar de alguma forma, como já o fizeram na cultura hip hop e no funk. Eles têm um potencial enorme de criação. Os antigos expectadores de veículos tradicionais – televisão, rádio, cinema – agora são produtores de informação e linguagem e ganham o status de centro”, diz a coordenadora.
Visões Periféricas 2009
O Visões Periféricas 2009 traz a tradicional mostra Visorama (para alunos e ex-alunos de projetos e oficinas de formação em audiovisual com até três anos de formado) e também mostras temáticas como Cinema da Gema (para produções cariocas e fluminenses), Periferia Animada (obras que exploram o universo infantil) e Mostra Ibero-Americana (filmes produzidos nas periferias e centros urbanos da América Latina, Portugal e Espanha).
Este ano, o festival abriu mais duas mostras competitivas: Tamojuntoemisturado (exclusiva para filmes de celular, câmera fotográfica e webcam) e Fronteiras Imaginárias (para qualquer realizador, inclusive ex-alunos de projetos e oficinas, que em sua obra relativize o que é “periferia”).
O Visões Periféricas acontece na Caixa Cultural (RJ), entre os dias 21 e 26 de julho, com entrada gratuita para toda a programação. As inscrições para participar do festival devem ser feitas pelo site www.visoesperifericas.org.br. (Fonte: Aprendiz)
Fonte: Site Onda Jovem
Data da publicação: 20/06/2009.
Wednesday, 17 June, 2009
“Toca o maracá!”, repetia a mestre em Direito Lucia Fernanda Kaingáng cada vez que uma proposta de política pública em favor dos povos indígenas era aprovada na II Plenária Nacional das Comunidades Tradicionais, que ocorreu no último fim de semana (6 e 7 de junho), em Brasília. Além de sacudir o chocalho, alguns participantes fizeram questão de pintar o rosto e usar cocar para discutir as propostas. No fim, quase cem indígenas de cerca de 20 etnias aprovaram 42 proposições, entre elas a que solicita a criação de uma subsecretaria especificamente voltada para os indígenas na estrutura da SEPPIR.
A representante indígena no Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR), Maria Helena Azumezohero, ressaltou, antes do início do encontro, que o tema é alvo de oposição de conservadores e dos poderosos que dominam o país. Para ela, essas pessoas argumentam não existir racismo ou discriminação no Brasil e que, por isso, as políticas públicas diferenciadas não seriam necessárias. “Vamos caminhar para a conquista da igualdade neste Brasil”, acrescentou. Azumezohero e o diretor do Memorial dos Povos Indígenas, Marcos Terena, participaram como debatedores de um painel específico sobre os povos indígenas.
Ao falar sobre terras, Terena lembrou que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) pela demarcação da área Raposa Serra do Sol (RR) foi um avanço, mas é preciso muito mais. Sobre educação, ressaltou a importância das cotas. Segundo o diretor, atualmente 40 indígenas estudam na Universidade de Brasília (UnB) graças ao sistema. Entre esses alunos está o indígena Rafael Xavante, do Mato Grosso, um dos participantes do encontro.
Propostas – A maioria das propostas aprovada foi sobre o tema educação. Foram 14 proposições. Uma delas prevê que a criação e construção das escolas em terras indígenas devem respeitar os usos, costumes e tradições de cada povo. Outra, que haja legislação e mecanismos administrativos para a implementação de concurso público específico para o magistério indígena.
Na área de saúde, destaque para a proposta que prevê a valorização do trabalho dos pajés, parteiras e curandeiras e a que pressupõe que todos os órgãos que trabalham diretamente com povos indígenas garantam cotas a esses profissionais nos concursos e contratações de seus quadros. Os participantes também votaram a favor da criação de uma lei que penalize rádios, revistas, jornais e outros meios de comunicação pelo uso da imagem ou de personagem indígena de forma irônica, pejorativa, discriminatória e racista ou que caracterize ofensa aos povos, suas culturas, usos, costumes e tradições.
Delegados – Durante o evento foram eleitos 60 delegados para defender as propostas dos indígenas na II Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (II CONAPIR), que ocorre de 25 a 28 de junho, em Brasília. O painel dos povos indígenas foi coordenado pela secretária-executiva do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR), Oraida Abreu, e contou também com a participação do coordenador da Educação Escolar Indígena da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do MEC, Gersen Baniwa, e com o coordenador-geral de Direitos e Defesas Indígenas da Funai, Paulo César de Oliveira.
Comunicação Social da SEPPIR/ PR – publicado em 08/06/2009
Foto: Geminiano Cardoso
Tuesday, 16 June, 2009
No último dia 12 de junho, o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, esteve presente na V Reunião Especializada de Juventude do Mercosul – REJ. Ao lado de representantes de organismos governamentais de juventude e delegações da sociedade civil da Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela, o presidente do Paraguai reafirmou a importância da juventude para uma integração que não seja exclusivamente econômica, mas que abranja as dimensões social e cultural. “Vocês são os rostos da integração e da diversidade da nossa região” disse Lugo durante o evento, realizado em Assunção.
A REJ ocorreu nos dias 11 e 12 de junho e apontou uma série de iniciativas visando à integração das políticas públicas de juventude entre os países membros do Mercosul. O Brasil teve um papel importante na Reunião, como a decisão, por consenso, de levar o tema trabalho e juventude às instâncias superiores do Bloco . “É muito importante colocarmos o binômio trabalho e juventude no centro das discussões, seja pela crise que a economia mundial atravessa, seja pela importância crescente que o trabalho tem para a juventude. No Brasil, 66% do jovens estão trabalhando ou em busca de trabalho e não podemos fugir dessa realidade”, afirmou Danilo Moreira, representante da Secretaria Nacional de Juventude, vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República.
A delegação brasileira foi coordenada pela Secretaria Nacional de Juventude e contou com participação do Presidente do Conselho Nacional de Juventude e representantes do Ministério das Relações Exteriores, Ministério do Trabalho, UNE, das Centrais Sindicais CUT, Força Sindical e UGT, do IBASE, e das Organizações Escola de Gente e Opção Brasil, – que esteve representada pelo seu Diretor Presidente, Daniel Vaz, responsável no evento por redigir a mensagem final do Grupo de Trabalho sobre o tema Soberania, integrante das decisões finais da V REJ.
O próximo encontro deverá ocorrer no Uruguai, no próximo semestre.
* Com informações do site www.juventude.org.br
Sunday, 14 June, 2009
A Marcha Mundial começará na Nova Zelândia, no dia 2 de outubro de 2009, aniversário do nascimento de Gandhi e declarado pelas Nações Unidas como “Dia Internacional da Não-Violência”. Terminará na Cordilheira dos Andes, em Punta de Vacas, aos pés do Monte Aconcágua em 2 de janeiro de 2010. Durante estes 90 dias, passará por mais de 90 países e 100 cidades, nos cinco continentes. Cobrirá uma distância de 160.000 km por terra. Alguns trechos serão percorridos por mar e por ar. Passará por todos os climas e estações, desde o verão tórrido de zonas tropicais e do deserto, até o inverno siberiano. As etapas mais longas serão a americana e a asiática, ambas de quase um mês. Uma equipe base permanente de cem pessoas de diversas nacionalidades fará o percurso completo. Por quê?
Porque a fome no mundo pode ser resolvida com 10% do que se gasta em armamento. Podemos imaginar como seria, se 30 ou 50% fossem destinados para melhorar a vida das pessoas, em vez de serem aplicados em destruição? Porque eliminar as guerras e a violência significa sair definitivamente da pré-história humana e dar um passo gigante no caminho evolutivo de nossa espécie. Porque nos acompanha nessa inspiração a força das vozes de tantas gerações anteriores que sofreram as conseqüências das guerras e cujo eco continua se escutando hoje em todos os lugares onde continuam deixando seu fúnebre rastro de mortos, desaparecidos, inválidos, refugiados e deslocados. Porque um “mundo sem guerras” é uma proposta que abre o futuro e deseja se concretizar em cada canto do planeta, onde o diálogo vá substituindo a violência.
É chegado o momento de fazer ouvir a voz dos sem-voz! Milhões de seres humanos pedem por necessidade que se acabe com as guerras e a violência. Podemos conseguir isso, unindo todas as forças do pacifismo e da não-violência ativa do mundo. Quando? Começará na Nova Zelândia, no dia 2 de outubro de 2009, aniversário do nascimento de Gandhi e declarado pelas Nações Unidas como “Dia Internacional da Não-Violência”. Terminará na Cordilheira dos Andes (Punta de Vacas, Aconcágua, Argentina), em 2 de janeiro de 2010. Durará 90 dias, três longos meses de viagem. Passará por todos os climas e estações, desde o verão tórrido de zonas tropicais e desertos, até o inverno siberiano.
Quem participa? A marcha é uma iniciativa do “Mundo sem Guerras”, uma organização internacional que trabalha há 15 anos no campo do pacifismo e da não-violência. No entanto, a Marcha Mundial será construída por todos. Está aberta à participação de toda pessoa, organização, coletivo, grupo, partido político, empresa, etc., que compartilhe a sensibilidade deste projeto. Portanto, não se trata de algo fechado, e sim de um percurso que irá se enriquecendo graças às atividades que se coloquem em marcha conforme as diversas iniciativas. Por isso, convidamos para a participação ativa: que cada um contribua com sua criatividade, à medida que a Marcha passe por cada lugar, em uma convergência de múltiplas atividades com capacidade para tudo aquilo que a imaginação seja capaz de conceber.
Os canais de participação são múltiplos, destacando a participação virtual na MM, através da Internet. É uma marcha das pessoas e para as pessoas, que pretende chegar à maioria da população mundial. Por isso, convocam-se todos os meios de comunicação para que difundam esta volta ao mundo pela Paz e pela Não-Violência.
O que será feito? Em sua passagem pelas cidades, serão realizados todos os tipos de fóruns, encontros, festivais, conferências e eventos (esportivos, culturais, sociais, musicais, artísticos, educativos, etc.) que irão sendo organizados à medida que surjam iniciativas em cada lugar. No momento, já contamos com centenas de projetos que pessoas e organizações colocaram em marcha. Para quê? Para denunciar a perigosa situação mundial que está nos levando à guerra com armamento nuclear – um beco sem saída e a maior catástrofe humana da história. Para dar voz à maioria dos cidadãos do mundo que não estão a favor das guerras nem da corrida armamentista.
Todos nós sofremos as conseqüências da manipulação de uns poucos, porque não nos unimos para dar um sinal. É chegada a hora de que cada um demonstre sua postura, seu rechaço. Une teu sinal ao de muitos outros e tua voz terá que ser escutada! Para conseguir: o desaparecimento das armas nucleares; a redução progressiva e proporcional de armamentos; a assinatura de tratados de não-agressão entre países, a renúncia dos governos a utilizar as guerras como meio para resolver conflitos. Para evidenciar outras diversas formas de violência (econômica, racial, sexual, religiosa), escondidas ou disfarçadas pelos que as provocam e para proporcionar àqueles que a sofrem uma maneira de se fazer escutar. Para, da mesma maneira que aconteceu com a ecologia, criar uma consciência global da necessidade de uma verdadeira Paz e de repúdio a todo tipo de violência.
Links:
http://marchamundial.org.br
http://www.theworldmarch.org
Fonte: Site Portal do Voluntário
Monday, 8 June, 2009
Nunca na história tivemos acesso a tanta informação – e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.
Da redação do Ambiente Brasil
1. Informe-se
Acompanhe as notícias sobre o meio ambiente, atualize-se, estude a fundo os aspectos que mais lhe interessam
2. Aja localmente
Pense a respeito de como colaborar na família, na vizinhança, na escola dos filhos e na comunidade. Participe mais de tudo e difunda suas idéias sobre um mundo melhor.
3. Pense localmente
Estabeleça vínculo entre temas locais e globais. Apesar de magnitudes diferentes, os dois universos se correlacionam.
4. Some
Antes de pensar em formar uma organização não-governamental, procure ema parecida na qual você possa se engajar.
5. Otimismo é fundamental
Envolva-se de maneira criativa e divertida. Se quer atrair outras pessoas, pense em discursos e eventos positivos.
6. Seja efetivo
Envolva-se, torne-se ativo, mas não duplique suas obrigações. Trabalhe para ampliar sua efetividade.
7. Crie notícia
Identifique temas que possam interessar a muitas pessoas. Então, escreva para jornais, revistas, redes de rádio e TV.
8. Planeje sua família
Se a população da Terra, em 2050, ficará em 7,9 ou 10,9 bilhões de pessoas, conforme projeta a ONU, a diferença será de um filho por casal.
9. Não polua
Não jogue pilhas e baterias de celular no lixo comum. Mantenha bacias hidrográficas, rios, represas e lagoas livres de lixo ou qualquer tipo de resíduo. Lembre-se: o cano que sai da sua casa provavelmente deságua num rio, numa lagoa ou no mar.
10. Preserve a biodiversidade
Espécies animais e vegetais merecem respeito. Plante árvores: elas produzem oxigênio e são abrigos para aves.
11. Seja coerente
Economize energia, água, prefira equipamentos que não prejudiquem a camada de ozônio, reutilize materiais, recicle o lixo caseiro, use menos o carro, ande mais a pé, evite produtos de origem animal.
12. Passe a sua vida a limpo
Reveja seu estilo de vida. Pense num padrão condizente com o mundo sustentável.
13. Boicote
Engaje-se em movimentos de boicote a produtos que não respeitam o meio ambiente. Aliás, nem espere por moviemntos: faça isso sempre que cair a ficha.
14. Eleja e cobre
Fiscalize o trabalho e a postura dos deputados e senadores ligados à sua comunidade ou cidade. Escreva para eles fazendo sugestões ou cobranças.
15. Separe o joio
Nunca na história tivemos acesso a tanta informação – e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.
16. Ensine as crianças
Preparar as novas gerações à luz de princípios ecológicos é a garantia de um mundo mais redondo daqui para frente.
17. Acredite no futuro
Estimule idéias inovadoras, invista em grupos não-governamentais, renove sua crença de que tudo vai dar certo. Quanto mais pessoas acreditarem na paz, mas ela será possível.
Fonte: Site Ambiente Brasil
Monday, 1 June, 2009
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) da Prefeitura de São Caetano do Sul, com o apoio das secretarias de Educação, Cultura, Saúde e do Departamento de Água e Esgoto (DAE), irá promover a 2ª Semana do Meio Ambiente com inúmeras atrações relacionadas à Educação Ambiental. A programação destinada a todas as faixas etárias será realizada em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho.
Dos dias 1º a 5, durante a manhã e a tarde, teatro, cinema e brincadeiras ecológicas serão as atrações realizadas na Escola de Ecologia, localizada na Rua da Paz, 10, no Bairro Mauá. As atividades são abertas ao público. Entre os dias 2 e 4, sempre às 12 e às 14 horas, será realizada a oficina Música Livre – que tem a proposta de trabalhar com material reciclável. Sob orientação do professor Ricardo Mingardi Coelho, as aulas serão ministradas no Estação Jovem (Rua Serafim Constantino, s/nº, Bairro Centro – piso superior Módulo 2 do Terminal Rodoviário Nicolau Delic).
Na quarta-feira (3/06), a partir das 19 horas, estudantes de 5ª a 8ª série terão acesso a painéis sobre educação ambiental e a uma apresentação cultural. A atividade ocorrerá no Campus 2 da Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS (Rua Santo Antônio, 50, Bairro Centro).
A população poderá acompanhar, na quinta-feira (4/06), às 19h30, uma palestra intitulada Impactos Globais no Meio Ambiente e Perspectivas da Gestão Local. A explanação do tema, que será realizada no Campus 2 da USCS (Rua Santo Antônio, 50, Bairro Centro), fica a cargo do professor Rogério Menezes.
Intervenções teatrais também farão parte da programação voltada à educação ambiental. Na sexta-feira (5/06), das 11h30 às 12h30, o Grupo Dona Facécia tomará conta do Largo da Figueira (Rua Visconde de Inhaúma, Bairro Nova Gerty) abordando o aquecimento global. Já no sábado (6/06), às 11 horas, no Espaço Verde Chico Mendes (Avenida Fernando Simonsen, 566, Bairro Cerâmica), o público poderá conferir a apresentação de teatro de fantoche Grupo Pé de Moleque, com a peça A Turminha da Dona Gotinha.
No domingo (7/06), a partir das 11 horas, uma sessão de contação de histórias irá mexer com a imaginação da garotada. A atração ocorrerá no Parque Catarina Scarparo D Agostini (Rua Ângelo Aparecido Radim, 90, Bairro São José). No mesmo dia, à tarde, quem visitar o Espaço Verde Chico Mendes (Avenida Fernando Simonsen, 566, Bairro Cerâmica) irá desfrutar de muita música com o cantor Gesiel de Oliveira e poderá participar ainda de uma Oficina de Reciclagem.
Cinema – Exibições de filmes com temas relacionados ao meio ambiente também integram a programação. No dia 19 de junho, o público poderá acompanhar três sessões de curta e longa metragem no Estação Jovem (Rua Serafim Constantino, s/nº, Bairro Centro – piso superior Módulo 2 do Terminal Rodoviário Nicolau Delic). As exibições estão marcadas para as 15h, 17h e 19 horas. (Caroline Terzi – da Redação)
Fonte: Site da Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul
Publicado em 28/05/09